quinta-feira, 20 de março de 2014

Audiência pública debate a qualidade dos serviços prestados pela AES SUl em NH

 A falta de energia decorrente do temporal de 31 de janeiro deste ano foi tema de uma audiência pública na noite desta quarta-feira, dia 19. A iniciativa é da Comissão de Obras, Serviços Públicos e Mobilidade Urbana da Casa, integrada pelos vereadores Antonio Lucas (PDT), Jorge Tatsch (PPS) e Gerson Peteffi (PSDB). O proponente da ação, conforme Lucas, foi o vereador Gilberto Koch (PT).
O presidente da Casa, Naasom Luciano (PT), abriu os trabalhos. Estavam presentes o Presidente do Sindicato de Gastronomia e Hotelaria (Sindgastrô), César da Silva; a vice-presidente de infraestrutura da Associação Comercial e Industrial de Novo Hamburgo (ACI), Gladis Ester Killing; o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Novo Hamburgo (CDL), Remi Carasai; o secretário municipal de Obras Públicas e Serviços Urbanos, Ênio Brizola; o representante do Sindicato do Comércio Varejista de Novo Hamburgo (Sindilojas), Remi Scheffler; o conselheiro da Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados (Agergs), Luciano Schumacher; e o gerente de Manutenção de Campo da Operadora Tim, Engenheiro Luciano Bampi.
A AES Sul não enviou representante, mas justificou a ausência mencionando a CPI instaurada na Casa e que investiga a qualidade dos serviços prestados por essa concessionária. “Seria redundante participarmos das duas discussões. Estamos focados nas atividades da CPI”, ressaltou a AES SUL.
O presidente do Legislativo ressaltou que objetivo da audiência é refletir sobre a série de prejuízos trazidos pelo temporal e consequente falta de energia elétrica para Novo Hamburgo. “Resolvemos nos posicionar, enquanto Câmara, para discutir com as entidades representativas, apurar os fatos e buscar soluções", destacou .



quinta-feira, 13 de março de 2014

Situação das praças é tema de audiência pública

Foi realizada na noite de ontem, quarta-feira 12,  audiência pública sobre a falta de conservação de praças e canteiros. O requerimento é de autoria da Comissão de Obras, Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, que tem como presidente Antonio Lucas (PDT) e é integrada ainda por Jorge Tatsch (PPS) e Gerson Peteffi (PSDB). Os trabalhos foram abertos por Patrícia Beck (PTB), presidente da Casa em exercício.
Os secretários municipais de Meio Ambiente, Eduardo Bonato, e de Desenvolvimento Social, Hélio Pacheco, fizeram parte da mesa, assim como o diretor de Serviços Urbanos, Jônatas dos Reis Elias, e o comandante do 3º BPM, tenente coronel Cláudio Rieger. Estavam presentes ainda os vereadores Luiz Fernando Farias (PT), Gilberto Koch – Betinho (PT), Raul Cassel (PMDB), Sergio Hanich (PMDB) e Inspetor Luz (PMDB).
Da tribuna, Lucas destacou que o tema da reunião é bastante importante. O vereador contou que ele, representantes do Executivo e outros receberam uma intimação devido ao estado das praças. A partir de então, foram realizadas audiências e reuniões. “Eu fiquei no compromisso de fazer esta audiência na Câmara com o objetivo principal de ouvir a comunidade.”

Segurança
O tenente coronel apontou que, no momento em que se estipula que um local será uma praça, já se deve pensar na sua segurança. Segundo ele, é preciso ter sempre um objetivo – contudo, algumas hoje são apenas espaços vazios, que podem ser ocupados tanto pelo cidadão de bem como pelo delinquente. Atualmente, frisou, o maior problema das praças do município é a sua utilização para consumo de drogas. Por isso, é preciso considerar também o entorno, a iluminação, o tipo de vegetação etc. “E nós entendemos que praças devem ser monitoradas constantemente, por isso o investimento em tecnologia.”
Rieger falou sobre o caso específico da praça em frente ao shopping, que sempre atraiu jovens. Com cobertura e iluminação, a concentração de adolescentes ficou maior, e há integrantes de gangues e vândalos entre eles. O tenente coronel salientou que a BM está monitorando a situação. “É preciso esclarecer o que leva aos bondes e às gangues, oferecer opções de lazer e trabalhar com os pais. Muitos estão ali só para se divertir e entram na onda dos demais.” É preciso encontrar um uso específico para este espaço, destacou.
Inspetor Luz, que é policial civil e um dos proponentes da audiência, afirmou que um dos principais problemas das praças de Novo Hamburgo é o tráfico e o consumo de drogas. O vereador apontou que os traficantes costumam usar adolescentes com idades dentre 12 e 16 anos para venda dos entorpecentes, que levam o produto em pequenas quantidades, dificultando muito o combate a este crime. Assim, a Polícia Civil planeja investigar as situações com mais profundidade e dedicar mais tempo a alguns pontos.
Complexidade
O secretário de Desenvolvimento Social, Hélio Pacheco, disse que é preciso realizar um trabalho intersetorial, incluindo as secretarias de Saúde e Habitação, entre outras. Ele falou sobre a complexidade das pessoas em situação de rua, lembrando que este é um problema enfrentado por cidades de diversos países. “Peço que as pessoas não as julguem. A drogadição não escolhe classe social, nem sexo, nem raça. Há casos de pessoas bem situadas que estão enfrentado essa doença.”
O secretário de Meio Ambiente, Eduardo Bonato, apontou que sua pasta tem como maior responsabilidade a poda das árvores. “Em relação ao levantamento de copas, nós estamos. E entre tirar uma árvore e rebaixar o poste, não há dúvidas de que é preciso rebaixar o poste.”
O diretor de Serviços Urbanos, Jônatas Elias, informou que Novo Hamburgo tem hoje 137 praças. “Nós temos feito um trabalho de revitalização. Mas o que é uma praça? Pelo conceito, ela tem de atender à criança, ao adolescente e ao adulto, com brinquedos, quadras de esporte, arborização e bancos. Mas será que é possível fazer isso em 137 praças? No bairro Santo Afonso há 15, e em Canudos, 24. É um trabalho difícil, mas estamos tentando fazer o melhor.” Entre os problemas enfrentados pela equipe ele listou ainda pichação e roubo de cabos de energia elétrica.
Sugestões dos vereadores
Sérgio Hanich (PMDB) salientou que, se as leis impedem a polícia de trabalhar, os culpados são os políticos, pois são os políticos que fazem as leis. “Temos a lei que proíbe fumar em prédios públicos, por que não criamos uma lei que proíba o uso de drogas em praças?”, questionou.
Roger Corrêa (PCdoB) destacou que, ao longo da história da humanidade, as praças foram pontos importantes para a vida em sociedade. “E por mais importante que seja a repressão, os dados mostram que por si só ela não é instrumento para resolver esses problemas.” Segundo ele é, preciso criar mecanismos para que a praça seja um espaço de convívio saudável. “A comunidade do entorno das praças poderia criar processos de adoção dos espaços e também incentivar atividades culturais. Além de ocupar as praças, isso despertaria em uma parcela da população o interesse por outras atividades – parcela que hoje vê no consumo de droga a única forma de lazer.”
Gilberto Koch – Betinho (PT) frisou que muitos jovens matam aula para beber na praça ao lado do shopping. “Muitas vezes, parte da própria casa, alguns pais nem sabem onde estão os filhos.” Ele perguntou ao tenente coronel como está a execução da polícia comunitária. Por fim, ele salientou a importância do envolvimento da comunidade. Rieger respondeu que este é um programa do governo estadual e que tem como objetivo a realização de um trabalho conjunto com a comunidade. “Está em fase de avaliação. O que nós temos é a implementação de sete núcleos e mais três previstos.”
Manifestação do público
Jerônimo Fragata disse que a Praça da Juventude não está funcionando muito bem, pois está fechando antes do tempo. “E queria saber quem administraria o novo modelo das praças. A nossa comunidade está se sentindo abandonada. Falta humildade nos poderes públicos.” Roger explicou que a Praça da Juventude é uma experiência nova, e que a gestão está começando seu trabalho – não sendo algo pronto. “Por isso, acho que podemos formar uma comissão para construir uma proposta de gestão.”
Alexandre Barros disse que a constante necessidade de manutenção de praças é uma oportunidade de geração de empregos. “Existe arrecadação para isso.” Ele lembrou ainda que muitas empresas que adotam canteiros acabam abandonando os espaços. “A iluminação em LED com placas solares podem ajudar a combater o roubo de carros. Há muitas ideias. Mas, claro, a população deve ajudar.”
Márcio Young perguntou se é possível que uma associação ou uma entidade privada adote uma praça, e sugeriu que, caso isso seja possível, a praça em frente à Câmara receba mais atenção. Por fim, ele lamentou o estado dos passeios públicos. “Sei que é responsabilidade dos moradores, mas precisa haver fiscalização.” Elias disse que qualquer entidade pode adotar uma praça. “Há critérios, mas é um processo fácil e rápido.” Segundo ele, a praça em frente à Câmara será adotada.
Rosana Oppitz concordou com Serjão sobre a necessidade de se rever as leis sobre a drogadição. Ela salientou que a população paga impostos e quer ver as praças sendo bem usadas, e questionou a acessibilidade. “Temos a possibilidade de fazer iluminação com LED, de enterrar os fios, compete aos Poder Público achar alternativas.”
Oscar Foernges disse que as pessoas devem ter a segurança assegurada – ou seja, as pessoas devem ter o direito de abrir seu comércio onde acham mais apropriado, andar com seus pertences etc. “O que está acontecendo aqui é o que aconteceu no Rio de Janeiro: o Poder Público abandonou e o delinquente tomou conta.” O tenente coronel apontou não ter dito que a culpa da criminalidade é do cidadão – apenas apontou que muitos aspectos devem ser considerados na hora de se fazer uma praça.
Maria Schuck disse que há muita poluição visual, e que o licenciamento ambiental não está funcionando. “E temos que começar a plantar novas árvores, porque elas não são eternas. O Poder Público deve trabalhar mais sério por nossa cidade. As autoridades devem ter um olhar mais holístico, ter mais afetividade. Quem não tem amor, não cuida. E vemos tudo abandonado.”



quarta-feira, 12 de março de 2014

Nova unidade de saúde da família é entregue para a comunidade do Kephas

Na manhã desta terça-feira, 11, Antonio Lucas (PDT) participou da inauguração da nova Unidade de Saúde da Família (USF) no bairro Diehl, loteamento Kephas. O novo espaço abrigará quatro equipes de saúde da família e fica ao lado da antiga unidade do Kephas. Com 308 metros quadrados, beneficiará cerca de 16 mil habitantes.
Outras sete USFs já foram entres nos bairros Mundo Novo, Boa Saúde, Rondônia, Morada dos Eucaliptos, Getúlio Vargas, Guarani e Petrópolis. Há previsão de novas obras nos bairros Roselândia, Vila Kroeff, Vila Palmeira, Liberdade e São Jorge. Somados, os investimentos chegam a R$ 2 milhões.
“Recebemos a conclusão desta obra com grande satisfação. Essa comunidade merece uma estrutura neste padrão, e essas unidades representam um avanço na qualificação do nosso sistema de saúde. Resta agora manter esse patrimônio, e isso é um dever de todos desta comunidade”, afirma Lucas.



segunda-feira, 10 de março de 2014

Câmara realiza audiência pública sobre a preservação das praças

A partir das 19 horas da próxima quarta-feira, dia 12, será realizada no Plenário da Câmara uma audiência pública sobre a falta de preservação das praças e canteiros da cidade. Devem participar da reunião representantes do Ministério Público. Toda a população está convidada.
O requerimento para a audiência é de autoria da Comissão de Obras, Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, integrada por Antonio Lucas (PDT), Jorge Tatsch (PPS) e Gerson Peteffi (PSDB).





terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Projeto amplia e define funções dos procuradores da Câmara

24/02/2014 – O Projeto de Lei nº 176/2013, de autoria da Mesa Diretora de 2013, foi aprovado em segundo turno nesta segunda-feira, 24. A proposta amplia e define funções dos procuradores da Câmara. Na justificativa, os autores frisaram que a proposta tem como objetivo garantir um efetivo suporte aos vereadores. “O fortalecimento da área Jurídica é medida que torna a administração mais transparente e democrática.” A Mesa Diretora de 2013 foi presidida por Antonio Lucas (PDT).

Emenda
Uma emenda apresentada por Inspetor Luz (PMDB) determina que o procurador da Câmara apenas está disponível para consulta em assuntos de competência do Poder Legislativo.

Para o projeto virar lei
Para que um projeto se torne lei depois de aprovado em segunda votação, ele deve ser encaminhado à Prefeitura, onde poderá ser sancionado e promulgado (assinado) pelo prefeito. Em seguida, o texto deve ser publicado, para que todos saibam do novo regramento. Se o documento não receber a sanção no prazo legal, que é de 15 dias, volta para a Câmara, que irá fazer a promulgação e ordenar a publicação. Quando isso ocorre, é dito que houve a sanção tácita por parte do prefeito.
 
 
 Fonte: http://portal.camaranh.rs.gov.br/noticias/projeto-amplia-e-define-funcoes-dos-procuradores-da-camara

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Convênio entre Prefeitura e Fundação La Salle possibilitará programas no Território de Paz no Kephas

A Prefeitura de Novo Hamburgo oficializou na manhã de terça-feira, dia 28 de janeiro, mais uma ação em prol da cidadania, do desenvolvimento educacional e da segurança pública. No gabinete do 9º andar do Centro Administrativo Leopoldo Petry, o prefeito Luis Lauermann assinou o convênio com a Fundação La Salle, de Canoas, para manter a gestão do novo Território de Paz que será instalado na cidade, desta vez, no bairro Vila Diehl, no loteamento Kephas. Além desta região, o bairro Santo Afonso também já foi contemplado com o programa, que tem a finalidade de melhorar a segurança no bairro a partir de ações sociais, oferecendo oportunidades de ensino, trabalho e lazer. A iniciativa também vai facilitar o acesso de jovens às políticas sociais do governo. Segundo Lauermann, a parceria será de grande benefício para a cidade e para o projeto. “Teremos uma entidade com reconhecido conhecimento nas causas e programas de educação, o que será um grande acréscimo para este região de nossa cidade”, descreve. A assinatura do convênio contou com a participação do diretor presidente da Fundação La Salle, Olavo Dalvit, o diretor administrativo, Gilmar Staub,  e o coordenador, Lucinei Hanauer.

O programa Território de Paz no Kephas receberá um investimento de R$ 800 mil, por meio do Governo Federal. Parte desse recurso será para o convênio com a Fundação La Salle. A partir da parceria firmada com a entidade de Canoas, será elaborado um cronograma de implantação. Conforme o diretor da Unidade de Programas de Prevenção Violência da Prefeitura, Mauro José da Silva, os primeiros projetos inseridos serão o Protejo e o Mulheres da Paz. “Essas são experiências positivas que tivemos no bairro Santo Afonso. A partir disso, serão selecionados 75 jovens e 50 mulheres em condições de vulnerabilidade social do bairro”, destaca. A sede do novo Território de Paz será na Rua Arthur Momberger, 1072. “Aos poucos outros programas serão integrados, e poderemos qualificar o local com laboratório de informática, equipamentos para educação, oficinas e esporte”, completa Silva.

Território de Paz reforça outros programas


Como forma de promover políticas públicas e qualificar ainda mais a cidade, o Território de Paz no Kephas se une a outros esforços da Prefeitura no bairro Vila Diehl. Entre eles, a construção de uma nova Escola de Educação Infantil, inaugurada em outubro de 2013 pela presidenta Dilma Rousseff, a instalação de uma nova academia ao ar livre e a construção de uma nova Unidade de Saúde da Família (USF), que está em fase final. Além disso, a Prefeitura trabalha também para viabilizar um novo empreendimento do programa Minha Casa, Minha Vida, com novas quinhentas unidades habitacionais. “Com esses esforços, estaremos transformando todo um panorama de crescimento e melhorias para o bairro”, afirma o prefeito Lauermann.


segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Vereadores avaliam desempenho de estande coletivo na Couromoda 2014

 Os vereadores Antonio Lucas (PDT) e Sergio Hanich (PMDB), da Frente Parlamentar em Defesa do Setor Calçadista, destacaram a organização e os resultados positivos alcançados pelo estande coletivo de Novo Hamburgo na 41ª Feira Internacional de Calçados, Artigos Esportivos e Artefatos de Couro (Couromoda). Eles acompanharam em São Paulo a atual edição entre os dias 13 e 15 de janeiro.
De acordo com dados da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia, Trabalho e Turismo, até quarta-feira, o total comercializado chegou a R$ 2.285.929,20, sendo 2.092 bolsas e 35.820 pares de calçados vendidos. Esta edição se encerra hoje, e o balanço de todo o evento será divulgado na sexta-feira. “Esse resultado comprova a importância do apoio do Executivo e do Legislativo aos micro e pequenos empresários”, disse Lucas, frisando que os participantes hamburguenses estão satisfeitos com as vendas.
Vereadores avaliam desempenho de estande coletivo na Couromoda 2014Segundo Serjão, a Couromoda em si foi mais fraca que em 2013, mas, na contramão do que ocorreu na feira, as empresas hamburguenses tiveram um excelente desempenho. “As empresas locais evoluíram muito, melhorando a qualidade dos produtos, o design e a modelagem”, afirmou. O vereador destacou que o estande coletivo está mais bonito, servindo inclusive de referência para outros participantes que se inspiraram no estilo e cores adotados por Novo Hamburgo.
Desde o começo da feira, as vendas do estande já estavam superando os números de 2013. No primeiro dia, o aumento das comercializações foi de 15% em comparação ao mesmo período do ano passado.
No dia da abertura do evento, 13, os parlamentares hamburguenses reuniram-se com o presidente da Couromoda, Francisco Santos, para saber detalhes desta edição e relatar a experiência de Novo Hamburgo, que contou com a participação de 27 empresas no estande coletivo hamburguense.


Fonte :  portal.camaranh.rs.gov.br/noticias/vereadores-avaliam-desempenho-de-estande-coletivo-na-couromoda/




Estande Coletivo de Novo Hamburgo supera os R$ 3 milhões em três dias de Couromoda



O estande coletivo de Novo Hamburgo presente na 41ª Feira Internacional de Calçados, Artigos Esportivos e Artefatos de Couro, a Couromoda, está aumentado a cada ano o seu percentual de vendas. O balanço parcial registrou que as 27 empresas hamburguenses atingiram até quarta-feira, dia 15 de janeiro, a marca de R$ 3,5 milhões em vendas. A Couromoda encerrou mais uma edição na quinta-feira, dia 16, no Parque de Exposições Anhembi, em São Paulo.

Em comparação com o mesmo período do ano passado, o estande coletivo desta edição vendeu R$ 466.153,00 a mais em bolsas e calçados. “As nossas micro e pequenas empresas estão começando 2014 com o pé direito, a Couromoda foi uma ótima feira para fechar novos negócios”, comenta o titular da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia, Trabalho e Turismo (SEDETUR), Carlos Finck. O estande coletivo de Novo Hamburgo é realizado pela Prefeitura, por meio da SEDETUR.

Entre as empresas hamburguenses, estava a Villaget, uma marca de sportswear eco-social, com produtos confeccionados pela Cooperget, uma cooperativa que nasceu de um projeto social que capacita jovens na área do calçado, na Vila Getúlio Vargas, bairro Canudos. Para o sócio cooperado da Villaget, Mário Pereira, a Couromoda trouxe grandes oportunidades de negócios para a empresa. “Pelo segundo ano consecutivo viemos para o estande coletivo e saímos com grandes oportunidades de negócios. Estamos saindo da feira com muitas visitas marcadas de clientes que nos visitaram na Couromoda”, salienta.

Além da Villaget, estavam presentes as empresas Amoreco, Anna Gouveia, Atelier Tonka, Bela Flor, Bella Sol, Brasilis Design, Brunelly, Capotacco, Catri Bolsas, Clicshoes, Color Shoes, Dina Mirtz, Ferrat / Valeiko, Grinelli Bolsas, H3O Maria Sabata, Hot Feet, I Love Flats, Malarrara, Moroni, MPJ, Sephira, Valenza, Vanessa Neves, Villa Rosa, Virgem Santa Bolsas e XOX.

Fonte: http://www.novohamburgo.rs.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=65002